Veja quais são os principais sintomas de doença dentária canina e felina

A saúde bucal é uma parte muito importante da saúde do seu cão ou gato. Problemas dentais podem causar (ou ser causados por) outros problemas de saúde e por isso é importante estar atento para poder identificar os sintomas. Para verificar se há sinais de doença e antecipar tratamentos é necessário que os dentes e gengivas do seu pet sejam checados pelo menos duas vez por ano por um veterinário.

Principais Sintomas de Doenças Bucais em cães e gatos

Se você notar qualquer um dos sinais elencados abaixo, leve seu o seu bichinho ao veterinário o quanto antes. Isso ajudará a identificar doenças prematuramente e manter a saúde bucal em dia.

  • Mal hálito;
  • Perda ou quebra de dentes;
  • Dentes extras ou dentes de leite retidos;
  • Dentes descoloridos ou cobertos por tártaro;
  • Babar, cuspir ou deixar cair comida em excesso durante a alimentação;
    Falta de apetite ou recusa a comer;
  • Dor ou sensibilidade ao redor da boca;
  • Sangramentos na boca;
  • Inchaço nas áreas ao redor da boca.

Principais Causas de Doenças Bucais em cães e gatos

Doenças periodontais (doença infecto-inflamatória que acomete os tecidos de suporte e sustentação dos dentes) são as mais comuns entre cães e gatos. Até os 03 anos, é bastante provável que seu pet apresente algum sintoma desta doença, que poderá piorar ao longo da vida se o tratamento dentário não for feito corretamente em casa e com acompanhamento de um veterinário. Doenças periodontais afetam não apenas a boca do pet, como podem estar associadas a doenças nos rins, fígado e coração.

Essas doenças se iniciam com placas nos dentes que evoluem para o tártaro. As camadas de tártaro que se concentram próximas ou acima das gengivas são mais facilmente tratáveis, mas se atingem a linha abaixo da gengiva pode ser extremamente danosa e iniciar um quadro de infecção e danos à mandíbula e tecidos que conectam os dentes à mandíbula. Segundo a AMVMA as doenças periodontais podem ser classificadas em diferentes graus, sendo 0 (zero) o normal e 4 (quatro) o grau mais severo.

O tratamento desta doença envolve limpezas profissionais feitas pelo veterinário e, quando necessário, exames por imagem como o raio x, para determinar o grau de severidade.

Outras doenças também podem estar associadas a doenças bucais: infecção dentária, cistos ou tumores na boca, mordida desalinhada, fraturas na mandíbula, má formação no palato.

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Post editado | Fonte: AMVMA – American Veterinary Medical Association (As informações deste post são baseadas em artigos da AMVMA)

Enfermidades corriqueiras ou pequenos acidentes podem acontecer a qualquer momento. Nessas horas, contar com um cuidado rápido e qualificado é fundamental. Temos planos de Seguro Saúde para pets que cobrem consultas, exames, vacinas, procedimentos ambulatoriais, incluindo urgências e emergências.

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Anemia em cães

Você já ouviu falar na palavra anemia? Provavelmente sim, pois algumas crianças e adolescentes às vezes acabam tendo esse problema devido a uma doença ou alimentação inadequada. Os pets também podem sofrer desse problema e as causas são as mais variadas.

Mas afinal, o que é a famosa anemia? O sangue tem os chamados glóbulos vermelhos, quando por algum motivo eles estão em número inferior ao normal, o pet ou a pessoa fica anêmica, ou seja, anemia é a diminuição dos glóbulos vermelhos no sangue.

Você provavelmente está se perguntando: “qual a função desses glóbulos vermelhos? Para que eles existem?” Eles participam ativamente das trocas gasosas do organismo, dentre outras funções. São produzidos na medula e para serem “fabricados” pelo organismo, precisam de diversas substâncias como minerais, ferro e vitaminas. Essas substâncias são ingeridas através de uma alimentação balanceada. Se o pet não for nutrido corretamente, elas poderão estar em falta e consequentemente levarão o bicho a ficar anêmico.

Porém, não é só causa nutricional que faz o pet adoecer. Há diversos fatores e inúmeras doenças que podem ter como um dos sinais clínicos a anemia. A desnutrição ou alimentação errada é apenas uma delas. Para evitar esse problema o proprietário precisa dar uma ração de qualidade para o animal, balanceada e de acordo com a idade dele. Caso tenha alguma dúvida, converse com o médico veterinário do seu bichinho.

Há também casos em que o animal sofre um trauma e acaba tendo hemorragia interna ou externa e perde muito sangue ou tem um tumor grande que leva a uma hemorragia e como consequência o pet fica anêmico. Esses casos são muito graves e, a maioria das vezes, o animal precisa de transfusão de sangue ou até procedimento cirúrgico para estancar a hemorragia. Depois disso, uma alimentação especial, suplementos vitamínicos entre outros.

Há também casos graves de infecções parasitárias, tanto causadas por parasitas internos quanto pelos externos como pulgas e carrapatos. Quando o tutor não vermífuga o animal corretamente ou não faz controle dos ectoparasitas, ele podem ter um quadro grave de anemia e até morrer! Por isso, é muito importante que a vermifugação seja feita corretamente, usando a dose indica pelo médico veterinário e fazendo as repetições necessárias.

Por fim, há também doenças que conseguem destruir essas células vermelhas. Esse é o caso da babesiose, causada pelo protozoário “babesia”, que é transmitido pelo carrapato. Dessa mesma maneira atua a erliquiose, que é causada pela “erliquia“, presente em ectoparasitas e transmitidas ao cão. O animal começa a ficar apático, triste, sem fome, para de brincar e evita esforço. Esses sinais são os da doença, devido a fraqueza causada pela anemia. O tratamento não é simples e precisa ser iniciado o quanto antes. Muitos não sobrevivem e morrem. Quanto mais rápido o médico veterinário for procurado, maiores as chances de cura.

Para diagnosticar, o médico veterinário fará um exame completo no bichinho e examinará as mucosas da boca e olho, que ficam alteradas de cor quando o pet está anêmico. Depois disso, ele precisará descobrir o porquê dessa anemia e nesse caso poderá pedir exames de sangue e outros que se façam necessários.

Qualquer alteração de comportamento notada no cão é motivo para você correr com ele para o médico veterinário! Fique atento!

Fonte: Blupet

 

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A importância da vacinação de pets em um ambiente seguro

Quem tem um pet em casa, com certeza já sabe da importância da vacinar seu animal de estimação. O que muitos proprietários não levam em consideração é o cuidado na hora da imunização do animal, que considera vários fatores.

As vacinas mais importantes para os cães são a V10 e a anti-rábica (contra a raiva canina), que deve ser aplicada em cães filhotes e adultos. A V10 é uma vacina polivalente que imuniza o cão contra dez diferentes vírus causadores das principais doenças em cães, como cinomose, parvovirose, coronavirose, adenovirose, parainfluenza, hepatite infecciosa canina e mais quatro tipos de Leptospirose. Ela deve ser aplicada nos filhotes em 3 ou 4 doses seguidas com intervalo de 21 a 30 dias, já a partir de 45 dias de vida. O reforço é feito anualmente em cães adultos.

Já a raiva canina é uma zoonose, doença que pode ser transmitida aos humanos e a vacinação é obrigatória por lei.

Além dessas duas vacinas essenciais, também é possível imunizar o cachorro contra a traqueobronquite (tosse dos canis), giárdia e leishmaniose. A necessidade da imunização contra essas doenças, porém, deve ser avaliada caso a caso, pois depende do estilo de vida do animal, habitat e particularidades da raça.

“Para ser vacinado o paciente deve estar em boas condições, que só o médico-veterinário qualificado pode identificar. O exame físico é de extrema importância, assim como o histórico do paciente.”, ressalta a veterinária especialista do Hospital Veterinário Santa Inês, Luciana Santos.

Além da saúde do animal, outro detalhe importante a ser levado em consideração é a disposição e o ambiente em que a vacina é mantida.

“O armazenamento das vacinas deve ser rigoroso e sempre seguindo a orientação do fabricante, principalmente em relação à temperatura.”, alerta a especialista.

O protocolo de vacinação depende do tipo de vacina e das indicações para cada indivíduo e deve ser estabelecido pelo veterinário. Outro ponto importante é o de uma reação vacinal, há necessidade de algumas medicações de emergência, que devem estar sempre disponíveis.

O ambiente deve ser limpo e o material utilizado esterilizado e depois descartado para evitar possíveis contaminações.

O comprovante de vacinação deve ser sempre fornecido com os dados do tutor e do paciente, assim como datados, carimbados e assinados pelo médico-veterinário.

 

Fonte: Blog Santa Inês

 

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Por que ter um Seguro Pet?

Seu animal de estimação recebe amor e carinho como os demais membros da família. Da mesma forma, ele merece os mesmos cuidados com a saúde. Acidentes ou doenças colocam em risco a vida do seu pet, e requisitam visitas ao médico veterinário e procedimentos que podem pesar no seu bolso.

O Seguro Pet oferece a segurança que seu animal de estimação precisa, com um custo muito menor do que consultas, exames, internações e outros procedimentos avulsos necessários para preservar sua saúde.

Você pode escolher o plano de acordo com as necessidades do seu pet, desde apenas coberturas essenciais, como urgência e emergência, até coberturas completas, que incluem consultas, exames, internação, atendimento domiciliar, odontologia, fisioterapia, acupuntura, vacinas, castração e diversas outras vantagens que podem ser verificadas no momento da cotação.

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Post editado | Fonte: Blog da minuto