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Dicas para proteger seus equipamentos portáteis

Seguro para equipamentos portáteis? Muitas pessoas nunca nem pensaram nisso, portanto listamos aqui 6 motivos para você proteger seu smartphone, tablet, notebook, câmera ou outros equipamentos. Confira:

1. Eventos que fogem do seu controle

Tempestades, oscilações de corrente elétrica, curto circuitos e várias outras situações que não são previstas podem danificar permanentemente os seus equipamentos, e o custo para repará-los é bastante alto.

2. Insetos

Quem nunca se deparou com formigas dentro de um aparelho que não usava há algum tempo? Isso acontece porque no inverno elas saem em busca de lugares quentes para se reproduzir, e acabam encontrando abrigo em aparelhos que ficam constantemente ligados à tomada. Podem parecer indefesas, mas as formigas liberam uma substância ácida que destrói os aparelhos.

3. Valor dos equipamentos

Equipamentos eletrônicos custam caro e foram feitos para durar um bom tempo. As lentes de uma câmera, por exemplo, podem valer mais do que o próprio equipamento.

4. Instrumentos de trabalho

Smartphones, notebooks, câmeras fotográficas… Mais do que entretenimento, esses equipamentos hoje são instrumentos de trabalho. Ficar sem celular, por exemplo, pode te deixar incomunicável e prejudicar os seus negócios.

5. Liberdade

Muitas vezes perdemos a oportunidade de registrar situações importantes por medo de roubos ou acidentes. Quando os seus equipamentos estão protegidos, você tem maior segurança e liberdade para aproveitar cada momento.

6. Acidentes acontecem

Todos nós estamos sujeitos a acidentes e ninguém tem a intenção de danificar ou perder os seus equipamentos. Não é possível prever um roubo ou uma queda, mas é possível se prevenir das consequências.

 

Quer proteger os seus equipamentos? Entre em contato com a Fatus  e saiba mais sobre o Seguro de Equipamentos Portáteis.  Faça já e evite aborrecimentos!

 

eletônicos

 

*Post editado | Autor: Giovani Bruno

As novas regras para o seguro-viagem entraram em vigor no dia 26 de março

Entre as novidades, a obrigatoriedade da cobertura de despesas médicas, hospitalares e odontológicas em viagens internacionais

novas regras seguro viagem
Entre as principais mudanças da resolução do CNSP (Conselho Nacional de Seguros Privados) está a obrigatoriedade da cobertura de despesas médicas, hospitalares e odontológicas em viagens internacionais, que passa a ser fiscalizado pela Susep.
O seguro para viagens ao exterior também passa a cobrir, obrigatoriamente, em caso de morte, o transporte do corpo até o domicílio, o chamado regresso sanitário, além de remoções e transferências para clínicas ou hospitais mais próximos, em caso de necessidade.
A resolução define que o seguro viagem, para receber este nome, deve garantir a segurados ou beneficiários indenização, limitada ao valor do capital segurado contratado, ou, ainda, serviços, no caso da ocorrência de riscos cobertos, desde que relacionados à viagem, durante período previamente determinado, nos termos estabelecidos nas condições contratuais.
Apesar de não obrigatório para deixar o Brasil, muitos países exigem a contratação do seguro viagem aos turistas, como é o caso de Alemanha, Espanha, França, Holanda, Itália, Portugal, Reino Unido e Suíça, além de outros 19 países europeus.

>> Confira aqui a íntegra da norma

Fonte: Cnseg

Por que ter um Seguro Pet?

Seu animal de estimação recebe amor e carinho como os demais membros da família. Da mesma forma, ele merece os mesmos cuidados com a saúde. Acidentes ou doenças colocam em risco a vida do seu pet, e requisitam visitas ao médico veterinário e procedimentos que podem pesar no seu bolso.

O Seguro Pet oferece a segurança que seu animal de estimação precisa, com um custo muito menor do que consultas, exames, internações e outros procedimentos avulsos necessários para preservar sua saúde.

Você pode escolher o plano de acordo com as necessidades do seu pet, desde apenas coberturas essenciais, como urgência e emergência, até coberturas completas, que incluem consultas, exames, internação, atendimento domiciliar, odontologia, fisioterapia, acupuntura, vacinas, castração e diversas outras vantagens que podem ser verificadas no momento da cotação.

Não perca tempo! Faça hoje mesmo o seguro saúde do seu bichinho!

 

Post editado | Fonte: Blog da minuto

Ao vender o carro, posso transferir o seguro?

Quando você vai vender um carro segurado, ou vai repassar um carro segurado para outra pessoa, surge a dúvida sobre o que acontece com o seguro do veículo. Muita gente acha que pode ficar com o mesmo seguro do veículo com a apólice no nome da outra pessoa. Outros, mais corretamente, sabem que é preciso transferir o seguro para o novo proprietário. Como essa transferência funciona é relativamente simples.

Posso transferir o seguro do veículo para outra pessoa?

Em caso de venda ou transferência do veículo ao qual uma apólice está ligada, e tem mais de uma resposta possível. Para entender as respostas, é necessário entender a natureza dos seguros para veículos, principalmente no que se refere ao risco.

A apólice do seguro é de quem: do carro ou do proprietário?

Temos que entender que uma apólice de seguro pertence ao proprietário de um veículo, não ao veículo em si. Então, não dá pra transferir diretamente uma apólice só porque o carro trocou de dono.

Quando você faz o seguro de um carro, a seguradora faz uma análise de risco do proprietário do veículo, que inclui analisar o perfil, idade, gênero do condutor, quantas pessoas vão usar o veículo, a finalidade dada para o veículo (trabalho, transporte, lazer, etc), e muitos outros critérios. Estes critérios, juntos, vão definir o preço do prêmio e da franquia do seguro, bem como se o seguro será mesmo oferecido ou será recusado ao condutor.

Dá pra ver, por essa simples explicação, que transferir o seguro para outra pessoa não é algo tão simples, porque cada pessoa receberá uma análise de risco diferente, valores diferentes, e por aí vai.

Mas e transferir o seguro automóvel para outro?

É possível fazer a manutenção do seguro atual do seu veículo para o veículo novo, com manutenção de bônus e outros benefícios que o condutor tenha adquirido com os anos como cliente da seguradora. Dessa forma, o seguro pode ser mantido mais barato, e a burocracia é bem menor para a transferência.

O condutor segurado também pode fazer uma Transferência de Direitos e Obrigações (TDO) para o novo condutor. Nesse caso, só há manutenção dos bônus do condutor antigo se o novo condutor possui vínculo com o segurado anterior (filho, cônjuge, etc).

Para os dois casos de transferência, é preciso fazer o endosso do seguro do veículo, e aguardar que a nova análise de risco seja realizada. Vale lembrar que não há garantia que o seguro será mais barato ou manterá o mesmo preço do que com o proprietário anterior, porque o seguro pode varias bastante de preço em uma transferência. Vá preparado.

Como fazer a transferência de seguro?

O antigo proprietário deve comunicar a seguradora o desejo de transferência, e fornecer todas as informações solicitadas sobre o novo condutor, como informações de residência, carteira de habilitação, ocupação, idade, etc, bem como cópias de documentos. O novo proprietário também deverá assinar documentos para receber a nova apólice e o contrato de seguro auto.

 

Fonte: Carro na Garagem